Exames garantem segurança aos corredores.

O pedido de exames por parte dos técnicos e treinadores é uma das situações que mais causam espanto para os corredores iniciantes. Por se tratar de uma ação motora comum – afinal, correr é fácil, basta um tênis e disposição – muitos não conseguem entender que os treinos voltados para a melhora de performance geralmente são “mais fortes” e isso pode colocar a saúde do “atleta amador” em risco.

Existem cinco exames que figuram na maior parte da lista dos técnicos e treinadores.

O primeiro deles, que inclusive causa um pouco de confusão devido à semelhança com outro é o Teste Ergoespirométrico, que consiste numa caminhada ou corrida em esteira, com uma mascara respiratória, onde são monitoradas a frequência cardíaca, a pressão arterial e é realizada a análise da função pulmonar, para determinar os limiares fisiológicos e o VO2 máximo, ambos importantes para determinar a intensidade dos treinos. O outro teste, que causa confusão é o Teste Ergométrico, que não faz uso da máscara respiratória, portanto não avalia os limiares e consumo de oxigênio.

O Exame de Sangue é essencial para avaliar os níveis de triglicérides, colesterol, glicemia (possui relação com a diabetes), além de indicar a existência de anemia ou infecções.

Um teste importante relacionado com a execução motora da corrida é a Avaliação Postural Dinâmica, que faz a analise do pé e do tipo de pisada, que já citamos num outro post.

E por fim o mais conhecido deles, o Teste Antropométrico, onde são coletados, peso, altura, perímetros e calcula-se o percentual de gordura e da massa corpórea.

Com todos esses dados, o seu técnico/treinador poderá oferecer treinos mais seguros e eficazes.

Fonte: www.fila.com.br

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